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Catarata

A catarata corresponde a uma diminuição gradual da transparência do cristalino, o que torna a visão enevoada, altera a visão das cores e a sensibilidade ao contraste.

O tratamento indicado é a cirurgia, que consiste na remoção do cristalino e na introdução de uma lente intraocular. Essa lente pode ser monofocal (corrige apenas a visão de longe) ou multifocal (corrige a visão de longe e de perto), com a possibilidade destas serem tóricas (corrige o astigmatismo). Com a implantação de uma lente multifocal o doente fica mais independente da utilização de óculos.

A cirurgia pode ser realizada de forma tradicional ou pode ser assistida por Laser Femtosegundo, o que a torna mais precisa e segura.

Córnea e Superfície Ocular

A córnea é uma estrutura que corresponde à parte anterior e transparente do olho. Existem múltiplas patologias que podem afetar a córnea necessitando de terapêutica cirúrgica (exceto transplante):

  • Crosslink do colagénio corneano - é um procedimento minimamente invasivo e o único tratamento que pode retardar ou interromper a progressão do queratocone (uma condição ocular que faz com que a córnea se torne fina, fraca e de formato irregular). Também pode ser usado para tratar complicações raras da cirurgia LASIK.
  • Implante de anéis estromais - utilizado em casos de queratocone incapazes de alcançar uma visão adequada com lentes de contacto ou óculos. Permite aumentar a espessura coreana e diminuir o grau de irregularidade, melhorando a visão.
  • Reconstrução da superfície ocular com membrana amniótica (membrana da superfície interna da placenta) - entre as indicações mais importantes para o seu uso estão queimaduras na fase aguda produzidas por produtos cáusticos como a cal, nas quais os tecidos são desvitalizados, inflamados e com defeitos de regeneração. É também frequentemente usada após extensas resseções conjuntivais (geralmente por tumores ou cicatrizes), bem como em úlceras e defeitos epiteliais da córnea e conjuntiva.
  • Excisão de Pterígio - trata-se de um espessamento da conjuntiva, vascularizado, que cresce em direção à córnea, cobrindo-a parcialmente, podendo causar desconforto e alterações da visão.

Glaucoma

O glaucoma é uma doença que lesa o nervo ótico e pode afetar várias faixas etárias, sendo a principal causa de cegueira irreversível nas pessoas com mais de 60 anos.

A medição da tensão ocular não é suficiente para o diagnóstico. A única forma de diagnosticar o glaucoma é a realização do exame oftalmológico completo com recurso a meios complementares de diagnóstico.

O glaucoma é uma doença silenciosa, em que os primeiros sinais/sintomas podem surgir numa fase mais avançada da doença.

O tratamento tem de ser precoce e passa pela utilização de medicação, pelo recurso a laser ou pela cirurgia consoante os casos.

Plástica Ocular

Os cirurgiões oculoplásticos são oftalmologistas especializados em cirurgia plástica e reconstrutiva dos tecidos perioculares, incluindo as pálpebras, sobrancelhas, testa, órbita (cavidade óssea ao redor do olho) e sistema lacrimal.

Os cirurgiões oculoplásticos realizam procedimentos plásticos, reconstrutivos e cosméticos em diversas situações:

Oculoplástica Reconstrutiva e Funcional

  • Ptose
  • Entrópion e ectrópion
  • Reconstrução palpebral

Cirurgia da via lacrimal

  • Dacriocistorrinostomia (DCR)

Cirurgia Oculoplástica Cosmética

  • Blefaroplastias superiores e inferiores (excisão de papos e excesso de pele)
  • Lifting de sobrancelhas
  • Ptose cosmética

Procedimentos Cosméticos Não Cirúrgicos

  • Preenchimentos injetáveis com ácido hialurónico

Refrativa Lasik / Lentes intraoculares

Para pacientes com erros refrativos como miopia, hipermetropia, astigmatismo ou presbiopia, a cirurgia refrativa é uma opção para corrigir ou melhorar a sua visão, permitindo a independência de óculos e/ou lentes de contacto.

Existem vários procedimentos cirúrgicos para corrigir os erros refrativos:

  • Modificação da forma da córnea com LASER - LASIK (Laser-Assisted in Situ Keratomileusis) ou PRK (Photorefractive Keratectomy).
  • Implante de lente intraocular.

A escolha do procedimento depende do grau de ametropia (graduações mais elevadas ou mais baixas) e das características de cada olho após avaliação com exames complementares, optando-se pelo procedimento mais seguro para cada caso individualmente.

Laser Argon

Através do processo da fotocoagulação, o laser Argon permite a coagulação de tecidos previamente alterados, através da aplicação de uma luz forte.

A utilização deste laser está associada a pessoas com patologias retinianas, como por exemplo na retinopatia diabética e o aparecimento de tromboses venosas. Está indicado igualmente em alguns casos de glaucoma, rasgaduras da retina periférica e de patologias da coroide e vítreo.

Laser Yag

Por vezes, ao fim de alguns meses ou anos após a cirurgia de catarata, poderá ocorrer uma opacificação da cápsula posterior do cristalino, sendo que nestas situações a aplicação do laser Yag permite recuperar a acuidade visual perdida. 

Poderá ser também recomendado em pessoas com casos de glaucoma de ângulo fechado ou em casos de patologias relacionadas com o vítreo.

Olho Seco

O síndrome do olho seco é uma das principais queixas de desconforto ocular dos nossos dias, mesmo que por vezes seja subvalorizada. Como principais sintomas provocados por esta patologia, temos a sensação de prurido ocular (sensação de comichão ou de areias), ruborização ocular (olhos vermelhos), lacrimejo constante e ardor.

As principais causas do olho seco estão diretamente relacionadas com o nosso dia a dia; o computador, a televisão, a leitura e o telemóvel, promovem a secura ocular. O uso de lentes de contato, exposição ao ar condicionado e a idade, são outros fatores importantes para o aparecimento de queixas relacionadas com esta patologia.

Como tratamento, podem ser recomendados o uso de adjuvantes lacrimais, que permitem a lubrificação do globo ocular; existem também outras técnicas terapêuticas para casos mais severos, como por exemplo o tamponamento das vias lacrimais.

Ortóptica

Estes tratamentos estão indicados em situações de alterações na capacidade motora e funcional da visão binocular, acompanhadas de queixas por parte do paciente. Habitualmente, estas queixas ocorrem ao nível da visão de perto, muitas vezes associadas ao cansaço e a dores de cabeça.

O tratamento ortóptico é eficaz também em alguns casos de ambliopia (olho preguiçoso) promovendo a estimulação sensorial e melhorando a acuidade visual conseguida.

Os tratamentos, por norma, são de curta duração, realizados no espaço e/ou ao sinoptóforo, com um acompanhamento regular. A duração dos tratamentos é determinada de acordo com a avaliação inicial e com os resultados obtidos em cada sessão, tendo sempre em atenção as queixas de cada paciente.

Retina Médica (Injeções Intravítreas)

Subespecialidade da oftalmologia, a retina médica beneficiou de importantes progressos no diagnóstico e tratamento das doenças da retina, que não têm indicação cirúrgica. Os novos exames de imagem, progressivamente menos invasivos, possibilitam uma avaliação anatómica e funcional cada vez mais profunda.

A administração intraocular de agentes anti-angiogénicos e anti-inflamatórios maximiza o efeito local e diminui o efeito que poderia ser prejudicial noutros locais do organismo.

É possível tratar um maior número de situações de retinopatia diabética e degenerescência macular da idade (as causas mais frequentes de cegueira) e também outras como oclusões venosas e doenças inflamatórias.

Vias Lacrimais

A lágrima é produzida pelas glândulas lacrimais e é distribuída pela superfície ocular através do pestanejo, acabando por ser drenada pelo canal lacrimal para a cavidade nasal através dos pontos lacrimais, canalículos, saco lacrimal e ducto lacrimo nasal.

Quando existem disfunções na drenagem da lágrima, como por exemplo as obstruções do canal lacrimal, estas provocam um lacrimejo excessivo e constante (epífora), com ou sem secreções. Por este motivo, é importante realizar-se uma correta avaliação oftalmológica de modo a identificar a causa.

Aberrometria

A aberrometria é um exame que permite avaliar a qualidade de visão a partir do estudo dos defeitos óticos do olho, mais propriamente as aberrações monocromáticas.

A informação obtida neste exame é fundamental na realização de uma cirurgia refrativa, uma vez que a sua utilização promove o melhor resultado possível pós cirúrgico.

Avaliação Ortóptica com Sinoptóforo

É responsável por avaliar, diagnosticar e tratar os distúrbios da visão binocular e do equilibro oculo-motor, através de exames objetivos e subjetivos.

A palavra ortóptica deriva da expressão grega ortho optikos, que significa “olhos direitos”. É a área que estuda a ação dos músculos intraoculares em todas as posições do olhar, e por isso tem uma extrema importância nos estrabismos.

Numa avaliação ortóptica é estudado o comportamento dos dois olhos em simultâneo, identificando e medindo eventuais desvios e a relação olho-cérebro. A utilização do sinoptóforo, permite a realização de uma avaliação mais completa dos três graus da visão binocular, permitindo avaliar e simular a presença de perceção simultânea, fusão e estereopsia, para além de qualificar e quantificar os desvios existentes. É importante no tratamento ortóptico para estimulação das amplitudes de fusão e/ou ambliopias.

As alterações da visão binocular nem sempre são evidentes, sendo que por isso recomendado uma avaliação ortóptica sempre que estejam presentes sintomas como dificuldade de concentração na leitura, cansaço visual, dores de cabeça após esforço visual, tonturas e redução da visão tridimensional. Estas alterações podem ter repercussões no rendimento escolar e/ou profissional, bem como na postura do paciente.

Biometria

A biometria é um exame fundamental no pré-operatório da catarata. É uma técnica de rápida execução e não invasiva que efetua medições às diferentes estruturas oculares fornecendo dados indispensáveis, tais como o comprimento axial, para um cálculo mais correto e preciso da lente intraocular escolhida para a cirurgia.

Na CPO, a biometria pode ser realizada através do biómetro ótico IOL Master 700, sem contacto direto com o olho do paciente, beneficiando da alta tecnologia da tomografia de coerência ótica integrada, que permite o estudo da fixação e consequentemente medições mais fiáveis e precisas.

Em algumas situações, quando as cataratas são demasiado densas, não é possível obter uma medição com o biómetro ótico, pelo que se opta pela biometria de contacto, através de ultrassons, como alternativa.

Contactologia

A consulta de contactologia é fundamental para quem utiliza ou quer começar a utilizar lentes de contato pela primeira vez, visto que avalia a superfície ocular e determina se existem condições clinicas para o uso das mesmas.

O acompanhamento profissional e personalizado para cada pessoa, permite ao portador de lentes de contacto obter o máximo de visão e conforto possível, assim como obter todo o tipo de informação e instrução necessária para o correto manuseamento das mesmas diminuindo o risco lesões associadas.

Contactologia Avançada (Queratocone)

Sempre que não é possível atingir uma acuidade visual satisfatória com o uso de óculos ou lentes de contacto hidrófilas, é necessário recorrer à contactologia avançada. Este tipo de exame está associado, por norma, à presença de ectasias corneanas, como por exemplo o queratocone.

Nestas situações, o uso de lentes de contato especiais (RPG, hibridas ou esclerais) beneficia o paciente, permitindo  atingir a melhor acuidade visual possível e um maior conforto, o que melhora a sua qualidade de vida, oferecendo uma maior autonomia ao seu portador.

Ecografia

Exame que permite uma visualização direta das várias estruturas do globo ocular, como o vítreo, a retina ou a coroide, sempre que existem casos de opacidades dos meios óticos. Em situações clínicas em que essas opacidades estão presentes, tais como uma catarata densa ou a presença de hemorragias no vítreo, a ecografia através da utilização de ultrassons permite uma correta visualização do fundo do olho.

Estudo da Sensibilidade ao Contraste

A nossa capacidade de distinção dos vários objetos do dia a dia só é possível devido à sensibilidade ao contraste. Em alguns casos, mesmo quando a visão está num nível considerado normal, podem existir queixas relacionadas com a indefinição dos contornos, visto que ao longo do nosso dia, somos rodeados por diferentes objetos com dimensões e formatos distintos, com variados níveis de iluminação.

A realização deste exame é aconselhada a quem apresente queixas de diminuição de contraste, para a renovação da carta de condução ou em situações de admissão profissional pré-requerida.

Estudo da Visão Cromática

Através do estudo da visão cromática é possível avaliar a capacidade de um indivíduo de reconhecer e distinguir as diversas cores. As alterações cromáticas podem ser congénitas (de nascença) ou adquiridas (consequência de certas patologias ao nível da retina ou disco ótico).

Atualmente é um dos exames pedidos para a renovação da carta de condução, visto a importância que as cores representam no nosso dia a dia.

Microscopia Especular

A microscopia especular permite a observação direta do endotélio (camada mais interna da córnea), de forma indolor e não invasiva.

Avalia a quantidade, a morfologia (pleomorfismo) e o tamanho (polimegatismo) das células endoteliais. Este exame é importante para o diagnóstico e seguimento de diversas patologias do foro endotelial e indicador de potenciais riscos cirúrgicos.

É normal existir uma diminuição da quantidade de células endoteliais ao longo da vida, pelo que é importante um controlo oftalmológico, realizado através deste exame. Pacientes submetidos a cirurgia refrativa com implante de lente intraocular, devem fazer uma vigilância anual.

Paquimetria

A paquimetria ocular é o exame que permite aferir com fiabilidade a espessura corneana. A sua realização é importante em casos de suspeita de glaucoma, visto que é necessário ter em conta a espessura da córnea para determinar os valores reais de pressão intraocular, e em pessoas com intuito de cirurgia refrativa.

Perimetria Estática Computorizada (PEC)

A PEC é o exame que permite qualificar e quantificar detalhadamente qualquer  alteração no campo visual central e periférico, através do estudo topográfico da sensibilidade retiniana.

Quando complementada e associada com outros exames e com a observação em consulta, permite o diagnóstico e o controlo da progressão de várias patologias. A realização deste exame é particularmente importante em patologias do nervo ótico, como o glaucoma, em situações de patologias retinianas e da via ótica.

Retinografia

Este exame permite o registo fotográfico do fundo do olho, permitindo a observação detalhada da retina. A sua aplicação tem extrema importância no diagnóstico e controlo de patologias retinianas, como por exemplo da retinopatia diabética.

Apesar de ser um exame de rápida realização, indolor e não invasivo, por vezes, para a sua realização poderá ser necessário a utilização prévia de colírios, com o objetivo de dilatar a pupila.

Tomografia de Coerência Ótica (OCT)

O OCT permite a avaliação do segmento anterior (córnea, câmara anterior, cristalino e íris) e posterior (vítreo e retina) do globo ocular. Este exame é importante não só para o diagnóstico das várias patologias, mas também para seguimento e controlo das mesmas, como por exemplo, no glaucoma, da retinopatia diabética e degenerescência macular ligada à idade.

Na tomografia de coerência ótica do segmento posterior, é possível avaliar as várias camadas da retina de forma morfológica e quantitativa, permitindo ao médico oftalmologista eleger a melhor terapêutica para cada patologia.

Topografia Computorizada da Córnea

Exame complementar de diagnóstico que permite o mapeamento da córnea. A topografia corneana cria um mapa tridimensional da superfície da córnea, medindo a sua espessura e curvatura, detetando assim irregularidades, quando presentes. A topografia por norma é apresentada em forma de gráficos coloridos, facilitando a análise do exame.

Na CPO pode realizar a topografia através do pentacam ou orbscan.

Dr. João Pinheiro

Habilitações Académicas

Licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa 1973.

Internato complementar de Oftalmologia no Serviço de Oftalmologia do Hospital de São José 1976 a 1980.

Grau de Assistente Hospitalar e Especialista pela Ordem dos Médicos em 1981.

Percurso Profissional

Assistente Hospitalar no Serviço de Oftalmologia do Hospital de São José de 1981 a 1983.

Moorfields Eye Hospital (Londres) Extração extracapsular da Catarata 1984.

Southern California Institut (USA) Facoemulsificação da Catarata 1989.

Tri-City Medical Center, Oceanside, California US Facoelmusificação da catarata 1990.

Moorfields Eye Hospital (Londres) Cirurgia vitreo-retiniana 1991.

St. Lukes Institut USA Facoemulsificação com “Clear cornea incision” 1992.

Moorfields Eye Hospital (Londres) Cirurgia radiaria 1993.

Tri-City Medical Center, Oceanside, California US Facoemulsificação da catarata - Novas técnicas 1994.

Instituto Microcirurgia Ocular – Barcelona Cirurgia Lasik 1995.

Moorfields Eye Hospital (Londres) Cirurgia Vitreo-retiniana 1995.

Cirurgia Lasik Certificação internacional Chicago US 1996.

Autor e co-autor de artigos e comunicações em reuniões nacionais e internacionais.

Cirurgia ao vivo por convite em reuniões internacionais.

Oftalmologista no Centro Oftalmológico da Luz 1984-1995.

Oftalmologista e Diretor Clínico na Clínica Microcular 1995-2007.

Oftalmologista e Diretor Clínico na CPO - Clínica Privada de Oftalmologia 2007-2017.

Oftalmologista Consultor na CPO - Clínica Privada de Oftalmologia desde 2018.

Áreas de Especialização

Dr. António Melo

Habilitações Académicas

Internato Complementar de Oftalmologia nos Hospitais Civis de Lisboa, Hospital dos Capuchos, 1988/1992.

Grau de Assistente em Oftalmologia pelos Hospitais Civis de Lisboa, 1992.

Título de Especialista em Oftalmologia pela Ordem dos Médicos, 1992.

Percurso Profissional

Assistente Hospitalar de Oftalmologia do Serviço de Oftalmologia do Hospital de Castelo Branco, 1993.

Assistente Graduado de Oftalmologia, 1999.

Assessor da Direção Clínica do Hospital de Castelo Branco, 2002/2005.

Diretor do Serviço de Oftalmologia do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca E.P.E., desde 2008 até 2015.

Chefe de Serviço de Oftalmologia do Serviço de Oftalmologia do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca, E.P.E., desde 2010.

Assessor da Direção do Internato Médico do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca E.P.E., desde 2010.

Diretor do Internato Médico do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca E.P.E., de 2012 a 2015.

Coordenador do Serviço de Oftalmologia do Hospital Cruz Vermelha, em Lisboa, desde 1 de Abril de 2015.

Médico Oftalmologista na CPO - Clínica Privada de Oftalmologia desde 2009 e Diretor Clínico.

Presidente de Júris de provas de avaliação final do internato complementar de oftalmologia, 2012/2013/2014/2015/2016/2018.

Presidente de Júri de provas de avaliação para assistente graduado de oftalmologia, 2010/2015.

Membro da Direção do Colégio de Oftalmologia da Ordem dos Médicos, desde 2012, com a função de Coordenador da Secção Regional do Sul da Ordem dos Médicos.

Responsável pela equipa de oftalmologistas do Hospital Prof. Dr. Fernando Fonseca E.P.E. que integra as missões de oftalmologia que se deslocam a São Tomé e Príncipe organizado pelo Instituto Marquês de Valle Flor (2011-2015).

Revisor do British Medical Journal, Case Reports, desde 2012.

Revisor do Journal of Refractive Surgery, da International Society of Refractive Surgery desde 2013.

Membro da comissão central da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia no biénio 2015-2017.

Autor ou co-autor de 17 comunicações orais/posters e de 8 artigos.

Áreas de Especialização

Prof. Dr. Tiago Ferreira

Habilitações Académicas

Licenciatura em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (2002).

Título Europeu de especialidade em catarata e cirurgia refrativa pelo European Board of Ophthalmology (FEBOS-CR) (2017).

Doutoramento em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (2019).

Percurso Profissional

Internato Geral no Hospital de Santa Maria, Lisboa (2002 - 2004).

Internato Complementar de Oftalmologia no Hospital Egas Moniz (2005 - 2008).

Grau de Especialista em Oftalmologia (2009).

Coordenador da Secção de Cirurgia Implanto-Refrativa e córnea no Hospital Egas Moniz (2009 - 2015).

Oftalmologista - Secção de Cirurgia Implanto-Refrativa e córnea no Hospital da Luz (2015 - ).

Estágios clínicos na Columbia University, Nova Iorque (2006); Hospital Villa Igea, Forlí, Itália (2011, 2014) e Instituto de Microcirurgia Ocular, Barcelona, Espanha (2013).

Autor de mais de 50 publicações científicas, 100 comunicações em congressos e diversos capítulos de livros na sua área de especialidade.

 

CARREIRA DOCENTE

Monitor da disciplina de Anatomia da Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa (1997 - 1999).

Assistente de Oftalmologia da Faculdade de Ciências Médicas da Universidade Nova de Lisboa (2007 - 2011).

Áreas de Especialização

Dra. Eunice Guerra

Habilitações Académicas

Licenciatura em Medicina pela Faculdade de Medicina da Universidade de Lisboa, 2002.

Internato Geral no Hospital de Santa Maria, Lisboa, 2003 e 2004.

Internato Complementar de Oftalmologia no Centro Oftalmológico de Lisboa (COL), 2005 a 2009.

Formação específica em Córnea, Superfície Ocular e Cirurgia Refrativa no Instituto de Microcirurgia Ocular (IMO), Barcelona, 2007.

Formação específica em Oculoplástica, Órbita, Oncologia e Vias Lacrimais, Escola Paulista de Medicina, Hospital de São Paulo, Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), Brasil, 2008.

Grau de Assistente Hospitalar em Oftalmologia, 2009.

Título de especialista em Oftalmologia pela Ordem dos Médicos, 2009.

Grau de Consultora em Oftalmologia pelo Ministério da Saúde, Janeiro 2018.

Percurso Profissional

Assistente Hospitalar de Oftalmologia no Centro Oftalmológico de Lisboa, 2009 - 2011.

Co-Fundadora do Serviço de Oftalmologia do Hospital Vila Franca de Xira, 2011.

Assistente Hospitalar do Serviço de Oftalmologia do Hospital Vila Franca de Xira (HVFX), 2011 - 2018.

Consultora Hospitalar em Oftalmologia no Hospital Vila Franca de Xira, 2018.

Coordenadora do departamento de Córnea e Cirurgia Refrativa do Serviço de Oftalmologia do HVFX, 2012 - 2018.

Coordenadora do departamento de Oculoplástica do Serviço de Oftalmologia do HVFX, 2012 - 2018.

Médica Oftalmologista na CPO - Clínica Privada de Oftalmologia desde 2018.

Autora/co-autora de várias comunicações orais em reuniões médicas nacionais ou internacionais.

Áreas de Especialização

Dr. Alfredo Bacelar

Habilitações Académicas

Licenciatura em Medicina na Faculdade de Medicina de Lisboa em 1974.

Internato de Oftalmologia no Serviço de Oftalmologia do Hospitais Civis de Lisboa (H.S. José) de Maio de 1978 a 1982.

Percurso Profissional

Assistente Hospitalar dos Hospitais Civis de Lisboa em 1982.

Médico Oftalmologista na Clínica Microcular em Lisboa de 1998 a 2007.

Médico Oftalmologista na CPO - Clínica Privada de Oftalmologia em Lisboa desde 2007.

Dr. Rui Costa Pereira

Habilitações Académicas

Licenciado em Medicina pela Faculdade de Ciências Médicas de Lisboa em Fevereiro de 1978.

Internato Complementar de Oftalmologia no Serviço de Oftalmologia do Hospital de Santa Maria 1982 a 1987.

Especialista pela Ordem dos Médicos em 1987.

Percurso Profissional

Assistente Hospitalar no Serviço de Oftalmologia do Hospital de Santa Maria desde 1987.

Hospital de Mount Sinai, Montfiori e Manhattan Eye Ear and Throat em Nova Yorque - Microcirurgia e Perimetria computorizada 1988.

Clínica Oftalmológica Universitária de Créteil Angiografia Fluoresceínica e Verde de Indocianina e Fotocoagulação 1987 e 1988.

Médico Oftalmologista na Clínica Microcular em Lisboa de 1995 a 2007.

Médico Oftalmologista na CPO - Clínica Privada de Oftalmologia em Lisboa desde 2007.

Áreas de Especialização

Dr. Samuel Alves

Habilitações Académicas

Licenciado em Medicina pela Faculdade de Medicina de Lisboa em 2004.

Médico oficial das Forças Armadas Portuguesas entre 2007 e 2013.

Especialista em Oftalmologia desde 2012.

Percurso Profissional

2010 Estágio de Glaucoma Hospitais Universitários de Genève / Clínica de Montchoisi em Lausanne.

2010 Estágio de Oncologia Oftalmológica no IPO de Lisboa.

2011 Estágio de Oncologia e Inflamação Ocular nos Hospitais Universitários de Coimbra.

2012 - 2016 Assistente Hospitalar no Hospital Beatriz Ângelo.

2014 Consultor de Oculoplástica, Órbita e Vias Lacrimais no Centro Hospitalar Lisboa Norte.

2016 Assistente Hospitalar no Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto (IOGP).

2017 Orientador de Formação de Médicos Internos de Oftalmologia no IOGP.

2018 Estágio de Oncologia Oftalmológica no Hospital Universitário Jules Gonin Lausanne - Suiça.

2019 Médico Oftalmolgista na CPO - Clínica Privada de Oftalmologia.

 

TRABALHOS E PUBLICAÇÕES

Realizou 40 trabalhos, dos quais 19 como principal autor.

Publicou 4 trabalhos, dos quais 2 internacionais.

Publicou 2 capítulos em 2 livros.

Áreas de Especialização

Dr. Fernando Araújo Gomes

Habilitações Académicas

1973 - Licenciatura em Medicina e Cirurgia pela Faculdade de Medicina de Lisboa.

1982 - Especialista em Oftalmologia pelos Hospitais Civis de Lisboa e Ordem dos Médicos.

 

Percurso Profissional

1997 - Chefe de Serviço de Oftalmologia da Carreira Médica Hospitalar.

Membro da Sociedade Portuguesa de Oftalmologia e da European Society of Cataract and Refractive Surgeons.

 

ATIVIDADE CIENTÍFICA

Tem várias apresentações científicas a nivel internacional e vários trabalhos publicados em revistas europeias da especialidade. Dirigiu e colaborou em diversos cursos internacionais de formação sobre cirurgia de catarata e multifocalidade (quer como director de curso quer como membro docente).

Criou e desenvolveu a sua própria técnica de cirurgia de catarata de ultra pequena incisão (USICS), bem como os seus próprios instrumentos cirúrgicos (A.Gomes USICS kit), fabricados pela firma suiça Buerki Innomed (Berneck, CH).

Foi coordenador de duas reuniões científicas internacionais na CLISA, com intervenientes estrangeiros e execução de cirurgia de catarata "ao vivo", naquela que foi a primeira emissão de cirurgia de catarata ao vivo em Portugal.

Foi convidado pela Belgian Society of Cataract and Refractive Surgeons para uma dissertação sobre a sua técnica e também para execução de cirurgia "ao vivo" pela técnica bimanual.

Atualmente exerce apenas medicina privada na área de Lisboa, operando com regularidade.

Áreas de Especialização

Dr. Pedro Arede

Habilitações Académicas

01/09/2009 - 30/06/2015 Mestrado Integrado em Medicina, Faculdade de Medicina de Lisboa.

23/01/2017 - 03/02/2017 Curso de Ciências Básicas em Oftalmologia, Sociedade Portuguesa de Oftalmologia.

08/01/2018 - 02/02/2018 Curso Americano de Ciências Básicas em Oftalmologia, The Edward S. Harkness Eye Institute, Columbia University Department of Ophthalmology (EUA).

23/02/2018 - 23/02/2018 Curso de Sutura Corneana, Colóquios Oftalmologia 2018, Lisboa.

15/09/2018 - 15/09/2018 Curso de Iniciação à Facoemulsificação, Facultad de Ciencias de la Salud, Universidad Francisco de Vitoria, Madrid (Espanha).

08/02/2019 - 09/02/2019 13º Curso da Sociedade Europeia de Glaucoma, University Medical Center of the Johannes Gutenberg University Mainz, Mainz (Alemanha).

04/11/2019 - 29/11/2019 Estágio de Observação Cirúrgica, Instituto de Microcirurgia Ocular, Barcelona (Espanha).

01/11/2020 - 30/11/2020 Estágio de Retina Médica, Distrofias Hereditárias da Retina e Baixa Visão, Centro Hospitalar da Universidade de Coimbra.

Percurso Profissional

01/01/2016 - 31/12/2016 Médico generalista, Hospital Professor Doutor Fernando da Fonseca, Amadora.

Interno de Formação Geral.

01/01/2017 - ATUALIDADE Oftalmologista, Hospital Egas Moniz, Centro Hospitalar Lisboa Ocidental.

Interno de Formação Específica na Instituição designada entre 2017 e 2020.

Médico Especialista em Oftalmologia desde 2021.

Dr. Filipe Braz

Habilitações Académicas

Licenciatura em Medicina pela Universidade de Lisboa em 2007 com 17 valores.

Internato Geral no Hospital de São Francisco Xavier em 2008.

Internato de Formação Específica em Oftalmologia no Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto em 2013 com 19 valores.

Estágio de Oftalmologia pela Universidade de Columbia, em Nova Iorque, em 2010.

Percurso Profissional

Oftalmologista no Instituto de Oftalmologia Dr. Gama Pinto em 2013 e de 2017 a 2020.

Oftalmologista no Centro Hospitalar do Oeste em 2014.

Oftalmologista no Hospital de Santa Maria desde 2015.

Oftalmologista no Hospital Egas Moniz desde 2018.

Coordenador do Departamento de Estrabismo do Hospital de Santa Maria desde 2017.

Colaborador do Hospital Dr. Nélio Mendonça - Funchal, como consultor na área do Estrabismo desde 2019.

Autor e co-autor de mais de 30 apresentações em congressos e revistas científicas.

Palestrante convidado em reuniões de Oftalmologia e de Estrabismo.

Autor de 5 capítulos de livros e monografias em Oftalmologia.

Co-coordenador do Grupo Português de Oftalmologia Pediátrica e Estrabismo.

Membro das Sociedade Portuguesa de Oftalmologia, Sociedade Espanhola de Estrabologia, Academia Americana de Oftalmologia e da Sociedade Europeia de Cirurgia Refrativa e Catarata.

 

CARREIRA DOCENTE

Monitor convidado da Disciplina de Anatomia da Faculdade de Medicina de Lisboa de 2002 a 2004.

Professor na Escola Superior de Tecnologias da Saúde de Lisboa de 2016 a 2019.

Professor no Curso de Medicina da Universidade da Beira Interior desde 2017.

 

ESPECIALIDADE

Oftalmologia Pediátrica / Estrabismo

Áreas de Especialização

CPO

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