
Cirurgia às Cataratas: “Hoje vivo os momentos com os meus netos com outra clareza” – Testemunho de Teresa Iria
Cirurgia às cataratas: o processo vivido por Teresa Iria
A cirurgia às cataratas marcou uma mudança muito significativa na vida de Teresa Iria, 79 anos, paciente da CPO há muitos anos. Ao longo do tempo, começou a sentir dificuldades na visão, sobretudo ao perto, o que afetava tarefas simples como a leitura. Após o diagnóstico, foi submetida à cirurgia, primeiro a um olho e, mais tarde, ao segundo, com resultados muito positivos.
Nesta entrevista, partilha como viveu todo o processo, desde o nervosismo inicial até à recuperação, destacando o acompanhamento próximo da equipa da CPO. Fala ainda das melhorias significativas na visão, tanto ao longe como ao perto, e do impacto que a cirurgia teve na sua qualidade de vida, permitindo-lhe voltar a ver com clareza e viver com mais confiança e tranquilidade os momentos do dia a dia, incluindo o tempo passado com os seus netos.
O que a levou a procurar ajuda oftalmológica?
O meu nome é Teresa Iria, tenho 79 anos e já venho a esta clínica há bastantes anos. Procurei ajuda oftalmológica porque cheguei a uma idade em que deixei de ver bem ao perto, por volta dos 40 e poucos anos, e precisei de começar a ser seguida por um oftalmologista.
Que dificuldades de visão tinha antes da cirurgia?
Era sobretudo a chamada vista cansada. Tinha dificuldades na leitura, principalmente com letras e números muito pequenos. Ao longe não sentia tantos problemas e não conduzo com óculos.
De que forma isso afetava o seu dia a dia?
Afetava sobretudo a leitura. Ler textos com letras pequenas tornava-se difícil e cansativo.
Como foi o processo desde o diagnóstico até à cirurgia?
O Dr. Bacelar verificou que eu tinha cataratas. Como ele não realiza esse tipo de cirurgia, fui encaminhada para outro médico da clínica que opera cataratas. Fui operada primeiro a um olho e correu muito bem, fiquei a ver lindamente desse olho. Um ano depois, tive de ser operada ao segundo olho e ficou perfeito. Vejo tão bem que me sinto jovem.
Estava nervosa no dia da cirurgia?
Estava nervosa, sim. A palavra “cirurgia” assusta sempre um pouco. Mas aqui, para além dos médicos, a receção é fantástica e o acompanhamento de enfermagem é excelente. Fui acompanhada, conversei, deitei-me numa marquesa e tudo se passou com uma grande suavidade. Os nervos que senti antes acalmaram completamente.
Sentiu dor ou desconforto durante o procedimento?
Nada, nada. Quando saí, claro que não estava logo a ver perfeitamente. Sentia uma espécie de ardor e alguma sensação que o próprio médico já me tinha explicado. Senti exatamente o que ele disse que iria sentir, mas foi passando.
Como se sentiu emocionalmente durante a cirurgia?
Tranquila. Devo isso ao acompanhamento da enfermagem, às pessoas que estiveram comigo e ao próprio médico que me operou. Tudo se passou com muita simplicidade. Confio tanto na clínica que os nervos acabaram por desaparecer.
Como foi o processo de recuperação?
Segui todas as indicações. Durante algum tempo não baixei a cabeça, não peguei em pesos e cumpri todas as indicações. Nunca senti dores. No pós-operatório senti alguma neblina, não fiquei logo a ver a 100%, mas aos poucos foi melhorando. Logo na primeira consulta pós-operatória, o exame mostrou uma diferença enorme em relação ao que via antes.
Sentiu-se bem acompanhada pela equipa da CPO?
Sim, muito bem acompanhada. Depois de sair da sala de operações ajudaram-me a vestir, porque eu não podia baixar a cabeça. Estiveram sempre comigo e atentos.
Quais foram as maiores mudanças na sua vida após a cirurgia?
A maior mudança foi ver bem ao longe. Não via tão bem como vejo agora. E até ao perto fiquei surpreendida, porque não estava à espera dessa melhoria. Não vejo como via aos 20 anos, claro, mas para ver qualquer coisa rápida não preciso de óculos.
Sente mais facilidade em fazer o que mais gosta?
O meu grande hobby é ser avó. Ajudo muito os meus netos, estou muito com eles. É muito agradável ver bem tudo: ao longe, ver televisão, vídeos. Nunca mais usei óculos e vejo tudo. Parece que tenho os óculos dentro dos olhos. Está perfeito.
Como descreve a sua experiência na CPO?
Dou 20 valores numa escala de 0 a 20. Médicos excelentes, receção fantástica, serviço de enfermagem e técnicos de exames igualmente excelentes. Até no atendimento telefónico, se não atendem logo, devolvem a chamada. Não há melhor. Recomendo a CPO a qualquer pessoa que precise de um oftalmologista.
O que diria a quem tem receio ou está indeciso em fazer esta cirurgia?
Não tenham medo. Venham à CPO. Falo apenas da minha experiência aqui e correu tudo muito bem. Passei a ver como via quando era nova. Estou a dizer a verdade. Recomendo porque não há que ter medo desta cirurgia na CPO.
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