Cirurgia às cataratas – “Foi um upgrade muito grande na minha vida” – Testemunho de Rui Dias 1

Cirurgia às cataratas – “Foi um upgrade muito grande na minha vida” – Testemunho de Rui Dias

O Sr. Rui Dias, 59 anos, residente em Mafra, foi submetido a uma cirurgia às cataratas com introdução de uma lente intraocular multifocal na CPO. Este tipo de lente permite ver com nitidez a várias distâncias, ao longe, a média distância e ao perto. Eliminando a dependência de óculos no dia a dia. 

Neste testemunho, o Rui partilha como as dificuldades visuais afetavam atividades como a leitura e a condução, o percurso até à decisão de avançar para a cirurgia e a forma simples como viveu todo o processo. Fala ainda da recuperação rápida, das melhorias quase imediatas na visão e do impacto muito positivo que a cirurgia teve na sua qualidade de vida, descrevendo a experiência como um verdadeiro upgrade no conforto visual e na liberdade do dia a dia. 

Pode apresentar-se e explicar que procedimento realizou? 

O meu nome é Rui Dias, vivo em Mafra, tenho 59 anos e faço 60 em 2026. O procedimento que realizei na CPO foi uma cirurgia às cataratas. 

 

Como era a sua visão antes da cirurgia? 

A partir dos 40 anos comecei a ter problemas de visão. Inicialmente, as dificuldades surgiram ao perto, especialmente na leitura. Cheguei a um ponto em que o braço já não esticava o suficiente para conseguir ler. Por volta dos 46 ou 47 anos começaram também a surgir perturbações na visão à distância. 

Mais tarde foram diagnosticadas cataratas e comecei a tratá-las. Foi nessa altura que percebi que poderia existir uma solução mais global, que me permitisse não só deixar de usar óculos, mas também ter uma vida mais confortável e mais fácil. 

 

De que forma essas limitações visuais influenciavam o seu dia a dia? 

Havia duas situações que me perturbavam bastante. A primeira era a condução. Hoje em dia os carros têm muita informação digital, muito brilhante, e sem óculos eu não conseguia ler praticamente nada. 

A segunda situação era a leitura. Sou um leitor assíduo e gosto de leituras variadas. Tinha muita dificuldade com livros que tinham letras mais pequenas ou menos preenchidas e, mesmo com óculos, se a iluminação não fosse suficiente, sentia bastante dificuldade. Estas duas situações incomodavam-me muito e levaram-me a procurar uma solução que me permitisse viver de forma mais confortável. 

 

Como foi o diagnóstico e já sabia que queria deixar de usar óculos? 

Foi um conjunto de situações. As cataratas foram inicialmente diagnosticadas fora da CPO, num processo em que se percebeu que estavam em desenvolvimento. Ao mesmo tempo, através de testemunhos de amigos e familiares, comecei a perceber que existia esta solução cirúrgica que poderia permitir-me deixar de usar óculos. 

Além disso, os óculos começaram a incomodar-me bastante. Estava sempre a mexer neles, a colocá-los e a tirá-los, esquecia-me deles em todo o lado. Cheguei a ter vários pares de óculos, com dioptrias diferentes, o que era uma confusão constante. Tudo isso, aliado aos testemunhos muito positivos, levou-me a procurar uma solução, e a CPO surgiu como uma referência de confiança. 

 

Tinha conhecimento de que existiam opções de lentes premium? 

Sim, já era uma das soluções que eu esperava que me fosse apresentada. Após as primeiras consultas e conversas com o médico que me acompanhou, consegui esclarecer todas as dúvidas e perceber melhor o que estava em causa. Hoje, vários meses depois da cirurgia, posso dizer que é uma solução extraordinária. 

 

Como se sentiu no dia da cirurgia? 

Estava tranquilo. Sabia que iria ter ali alguns minutos mais delicados, mas os testemunhos que tinha ouvido diziam que ao fim de poucas horas a visão já estaria bastante melhor. 

No primeiro olho, o esquerdo, tudo correu bem e ao fim de poucas horas já não tinha grandes limitações. O segundo olho foi operado uma semana depois e, como já tinha a experiência do primeiro, foi ainda mais simples. Fui sozinho à CPO, conduzi até lá e voltei para casa passado pouco tempo, porque era perfeitamente controlável. 

 

Sentiu dor ou algum desconforto durante a cirurgia? 

Não senti dor em momento algum. Há dois momentos que exigem algum autocontrolo: o da dilatação e anestesia do olho, em que há uma sensação estranha porque se perde temporariamente alguma visão, e os minutos imediatamente após a cirurgia, em que a visão praticamente não existe nesse olho. 

No entanto, isso resolve-se muito rapidamente. Ao fim de uma, duas ou três horas, no máximo, a visão recupera e a sensação é de grande alegria ao perceber que já se vê muito melhor do que poucas horas antes. 

 

Como decorreu o processo de recuperação após a cirurgia? 

O pós-operatório é fácil e completamente autónomo. Não precisei de ajuda de ninguém. No meu caso, tinha três tipos de gotas diferentes e um calendário bem definido para a primeira, segunda e terceira semanas. 

É preciso alguma organização, sobretudo quando os dois olhos estão em fases diferentes do tratamento, com horários distintos. Andava sempre com as gotas e o calendário comigo, mas é tudo muito simples. Basta seguir as indicações que nos dão e aplicar as gotas corretamente. É um processo tranquilo. 

 

Sentiu-se bem acompanhado pela equipa da CPO? 

Sem dúvida. Não houve qualquer complicação. Fui sempre bem acompanhado, com informação clara e objetiva. O médico responsável transmitiu-me sempre muita confiança e senti que, cumprindo todas as indicações, os resultados apareciam. E foi exatamente isso que aconteceu. 

 

Quando começou a notar melhorias na sua visão? 

Um dia depois da cirurgia ao primeiro olho já tinha uma visão acima dos 90%. Um dia depois da cirurgia ao segundo olho, a visão estava praticamente perfeita, como quando era jovem. 

 

Que atividades ou momentos voltou a desfrutar após a cirurgia? 

A primeira grande mudança foi não ter de usar óculos, o que para mim é fantástico. Posso ler a qualquer momento sem pedir ajuda ou recorrer ao telemóvel para ampliar textos. Consigo ler legendas de filmes, ver televisão, ver os manómetros do carro e ler livros, mesmo com letras muito pequenas. 

Hoje em dia sinto que não há limites. Cheguei até a esquecer-me de que usei óculos durante muitos anos da minha vida. A experiência é mesmo extraordinária. 

 

Voltou a utilizar óculos após a cirurgia? 

Só óculos de sol. 

 

Recomendaria a CPO a outras pessoas? Porquê? 

Não só recomendaria, como já recomendei. A minha experiência foi extraordinária desde o primeiro momento. Senti-me sempre muito bem acompanhado, com processos transparentes e sem surpresas. Foi um serviço e um acompanhamento de primeira linha. 

 

Que mensagem deixaria a quem ainda tem receio em realizar esta cirurgia? 

Se puderem, façam a cirurgia. É uma mudança muito grande na nossa vida. É um upgrade enorme no conforto e na capacidade de lidar com o dia a dia, com textos, imagens, carros e computadores. Se tiverem essa possibilidade, recomendo vivamente. 

 

Se também sente limitações visuais no seu dia a dia, marque a sua consulta através do nosso formulário online e descubra qual a melhor solução para si. 

 

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