Cirurgia às cataratas – “Hoje vejo sem óculos e com confiança” – Maria Albina Catarino 1

Cirurgia às cataratas – “Hoje vejo sem óculos e com confiança” – Maria Albina Catarino

A Sra. Maria Albina Catarino vive em Almada, tem 59 anos, perto de completar 60, e foi submetida a uma cirurgia às cataratas com introdução de uma lente intraocular multifocal na CPO. Este tipo de lente permite ver com nitidez ao longe, à média distância e ao perto, removendo a dependência de óculos no dia a dia. 

Nesta entrevista, partilha como as dificuldades visuais afetavam o seu quotidiano, o percurso desde o diagnóstico até à cirurgia e o impacto muito positivo que esta teve na sua vida pessoal e profissional. Fala ainda da recuperação, das melhorias rápidas na visão e do aumento da confiança, segurança e qualidade de vida após o procedimento. 

Pode apresentar-se e explicar que procedimento realizou? 

O meu nome é Maria Albina Catarino, moro em Almada, tenho 59 anos, quase 60, e fiz uma cirurgia às cataratas com colocação de lentes intraoculares premium na CPO. 

 

Como era a sua visão antes da cirurgia? 

Antes da cirurgia tinha muita dificuldade em ler e em fazer o meu trabalho. Trabalho muito com computador, o que agravou bastante a minha visão. Tinha de usar sempre óculos, tanto para ver ao perto como ao longe, inclusive na condução. 

As luzes começaram a sobrepor-se umas às outras, tinha dificuldade em decifrar as pessoas à distância. Se estivesse num centro comercial e visse alguém ao longe, só reconhecia a pessoa se soubesse previamente que me ia encontrar com ela. Caso contrário, via apenas um vulto. Isso dificultava muito o meu dia a dia e, sobretudo, eu não queria continuar dependente de óculos. 

 

De que forma essas dificuldades visuais afetavam o seu dia a dia? 

Comecei a perceber o impacto sobretudo na condução noturna, onde tinha muita dificuldade em distinguir quantos carros vinham ou iam. No trabalho, onde lido diariamente com números e valores, tornou-se difícil definir letras e números com clareza. Como exerço funções de chefia e trabalho muito com números, isso afetava bastante o meu desempenho. 

 

Como foi o diagnóstico e já sabia que queria deixar de usar óculos? 

Antes de chegar à CPO, passei por duas ou três instituições com o objetivo de deixar de usar óculos. Na altura ainda não tinha diagnóstico de catarata. Foi já na CPO, em maio de 2025, que me foi detetado um início de catarata. 

Nesse momento fez-se luz. Pensei que talvez fosse a altura certa para avançar para a cirurgia e resolver duas coisas ao mesmo tempo. Tinha a informação de que a lente iria bloquear o crescimento da catarata e melhorar significativamente a minha visão no dia a dia, nas coisas que eu mais valorizava. 

 

Como decorreu o procedimento cirúrgico, desde a preparação até ao final da cirurgia? 

Conheci pessoas excecionais. O enfermeiro Armando deu-me um apoio extraordinário, nunca fiquei nervosa. Recebi os colírios nos momentos certos, o olho foi sendo dilatado conforme o necessário e depois fui encaminhada para a sala, numa cadeira semelhante à de dentista, o que até achei curioso porque o meu filho é dentista. 

Quando cheguei, o médico estava à minha espera e perguntou-me se estava nervosa. Respondi que não, que estava calma. Em menos de 15 minutos estava tudo feito. O médico foi-me explicando tudo o que estava a fazer, desde os líquidos, à microincisão no olho e à introdução da lente. Não senti absolutamente nada. 

 

Como se sentiu no dia da cirurgia? 

Nunca me senti nervosa. O médico explicava cada passo e isso transmitia-me muita segurança. Sentia apenas os focos de luz, os holofotes, mas foi uma experiência muito tranquila. 

 

Sentiu dor ou algum desconforto durante o procedimento? 

Nunca senti dor. Chegaram a colocar um dreno para o caso de me sentir ansiosa e precisar de anestesia adicional, mas não foi necessário. Senti-me sempre segura e bem acompanhada. 

 

Como decorreu o processo de recuperação após a cirurgia? 

O pós-operatório correu muito bem. No primeiro dia senti algum ardor no olho, o que é normal devido à incisão e à aplicação dos colírios. No segundo dia foi muito menos e, ao longo de cerca de uma semana, foi melhorando progressivamente. 

 

Quando começou a notar melhorias na sua visão? 

Ao terceiro dia já comecei a ver claramente. Foi um entusiasmo enorme. Liguei logo ao meu filho e disse-lhe: “Isto foi a melhor coisa que eu fiz.” Ao terceiro dia já via sem precisar de lentes ou óculos. Durante essa semana utilizei a lente protetora transparente e tive todos os cuidados necessários, porque a visão é algo muito sensível. 

 

Quais foram as principais mudanças na sua vida após a cirurgia? 

Voltei a fazer a minha vida normal: cozinhar, maquilhar-me, ver melhor os detalhes do rosto, até ver mais pó em casa. Brinco com isso, porque apesar de parecer menos bom, é algo positivo — é sinal de que vejo melhor. 

Consigo ler um livro sem óculos e ver televisão sem precisar de óculos para longe. Isso mudou completamente a minha rotina. 

 

Como se sente hoje após a cirurgia? 

Trouxe-me autoestima, confiança e segurança, tanto física como psicológica. Senti que, aos poucos, estava a perder alguma agilidade mental, porque a falta de visão nos obriga a um esforço constante para decifrar as coisas. 

Hoje sinto que o cérebro volta a funcionar com mais rapidez e segurança. Já não existe aquele medo de errar, aquele bloqueio. Agora sinto confiança e clareza no pensamento. 

 

Recomendaria a CPO a outras pessoas? Porquê? 

Claro que sim. Já recomendei várias vezes. Já me ligaram para saber como correu a primeira cirurgia, a segunda e como me sinto agora. Ainda há poucos dias me ligaram porque estão a pensar vir à CPO. Para mim foi uma mais-valia enorme e recomendarei sempre a CPO a quem tiver essa possibilidade. 

 

Que mensagem deixaria a quem ainda tem receio em realizar esta cirurgia? 

Não tenham receio. É algo que nos traz mais autoestima, confiança e segurança. É uma cirurgia simples, demora dez a quinze minutos, e no final o objetivo é sempre muito positivo: viver a 100%. 

 

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