A subespecialidade de retina médica é uma área da oftalmologia que se dedica ao estudo e acompanhamento de patologias da retina, cujo tratamento não é cirúrgico.

O nosso sistema visual é bastante complexo e o olho humano é composto por várias estruturas que funcionam de forma simbiótica. O médico oftalmologista pode especializar-se, ao longo do tempo, numa determinada área dentro da oftalmologia, neste caso, a retina médica, o que permite que o paciente tenha um diagnóstico e acompanhamento diferenciado nas patologias dessa estrutura. 

A subespecialidade de retina médica é uma área da oftalmologia que se dedica ao estudo e acompanhamento de patologias da retina, cujo tratamento não é cirúrgico.

A retina é uma estrutura fina composta por 10 camadas diferentes, compõe a parte mais interna do olho (fundo do olho) e é de extrema importância. A sua função é receber os estímulos luminosos captados pelos nossos olhos e  transformar essa informação luminosa em informação nervosa, para posteriormente ser processada pelo nosso cérebro.

A retina médica dedica-se ao estudo de patologias da retina, com especial destaque para a Degenerescência macular ligada à idade (DMI), a Retinopatia Diabética e as oclusões vasculares, a miopia patológica (miopias elevadas, por norma superiores a 6D), a corioretinopatia central serosa e outras distrofias retinianas. 

 

Atualmente a Degenerescência macular ligada à idade (DMI) é a causa mais comum de perda de visão em pessoas com mais de 55 anos. É uma doença que afeta a sua zona mais central e que, como o próprio nome indica, está relacionada com o seu envelhecimento. Nesta o paciente poderá ter dificuldades na visão central e assim, na execução de algumas tarefas diárias como ver televisão, ler um livro ou na escrita. A visão periférica não é atingida e desta forma não é comprometida a deslocação do doente.

 

Existem ainda outras patologias sistémicas que podem influenciar a sua saúde ocular e ter complicações ao nível da retina. Nestas engloba-se a Diabetes Mellitus e a Hipertensão arterial, que caso não se apresentem controladas, poderão dar origem a Retinopatia Diabética (já referido em cima) e a Retinopatia Hipertensiva.

 

A Retinopatia Diabética afeta 1 em cada 3 pessoas e é considerada como a principal causa de cegueira evitável na população em idade activa, entre os 20 e 64 anos de idade. O diagnóstico precoce é fundamental para evitar a perda de visão. Posto isto, caso seja diabético, é recomendado que realize uma consulta de oftalmologia periódica, preferencialmente, com um especialista em retina médica.

Numa primeira abordagem o fundo ocular deverá ser sempre analisado através de uma fundoscopia e/ou de uma retinografia. Na suspeita de alguma alteração retiniana será importante a realização de outros exames complementares como a tomografia de coerência ótica (OCT) ou uma angiografia.

Em situações de doença de retina complicada de neovasos e/ou edema da retina, são propostos alguns tratamentos, cujo objectivo é dimimuir o crescimento desses vasos anómalos e controlar as complicações associadas a essas doenças. Entre esses tratamentos encontram-se:

  • Injecções Anti-VEGF: Injecções intravítreas de moléculas anti-angiogénicas. 

 

  • Argon: LASER de fotocoagulação retiniana

 

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